Como conhecer a arqueologia na Serra do Cipó e o que precisamos saber ao visitar o Parque Pedra do Sol e outros sítios, além do contexto local regional.

Por Marina Gomide e Gustavo Villa.

Quero visitar sítios arqueológicos !

A arqueologia na serra do cipó é incrível e com muito potencial turístico, histórico e educativo. Quem sai de férias com a família tem sempre o desejo de conhecer lugares bonitos e conhecer alguma história nova.

É ai que você se depara com a possibilidade de conhecer pinturas de povos originários, os povos indígenas. Antes de chegar se prepare fisicamente e vá disposto a conhecer profundamente outro lugar.

A Serra do Cipó fica muito próxima de Belo Horizonte, é um destino ideal pra quem quer visitar uma cachoeira e curtir com a família, mas o Cipó não é só Cachoeira! Aqui existem vestígios das primeiras populações que chegaram na América, é um lugar rico de belezas ambientais, culturais, e é ancestral!

Um lugar desses é incrível principalmente para crianças em idade escolar porque dá asas a imaginação, consegue imaginar você e seu filho (a) curtirem a paisagem cultural incrível que é a arqueologia na serra do cipó?

Mas antes de planejar nossa viagem a gente precisa saber algumas coisas muito importantes antes de entrar em um lugar desses, que é considerado ancestral e “mágico”. Esse sentimento de conexão se mostra para quem está disposto a viver uma viagem de contato consigo, com o entorno e com a própria história do Brasil e da Serra do Cipó!

Para isso é preciso ter em mente uma série de questões que serão desenvolvidas ao longo deste texto;

O que precisamos saber ao visitar a arqueologia na Serra do Cipó ?

Os sítios arqueológicos são locais onde a humanidade deixou vestígios de sua ocupação através de seus objetos ou intervenção paisagística, pode ser uma alteração em alguma paisagem, como uma cava de mineração ou uma pintura rupestre em um paredão rochoso.

Os sítios arqueológicos são especiais porque contam a história de populações que não estão mais presentes, é um contexto muito mais sensível do que visitar uma cachoeira, por exemplo.

É claro que em contextos muito interessantes, como na Amazônia, por exemplo, existem populações indígenas vivendo próximas ou até mesmo em locais de ocupações ancestrais de seus próprios avós ou de outros povos.

O que importa perceber para você que quer visitar o Parque Arqueológico da Pedra do Sol ou a arqueologia na Serra do Cipó, no Brasil e no mundo é ter em mente: sempre o respeito.

O respeito é importante porque entendemos que nossa história não é a única nesse planeta e entramos em contato com outras narrativas, que sejam elas “boas” ou “más” são suas próprias narrativas. Visitar um sítio arqueológico, então, é revelador porque entendemos que somos pequenos perto de um horizonte de ocupação humana, seja ela indígena ou europeia.

A ocupação indígena é entendida na arqueologia como um componente “pré-colonial” ou “originário”, já a ocupação inerente da invasão europeia é entendida como “histórica”, a Lapa da Sucupira na Serra do Cipó carrega essas duas ocupações, o que a transforma em um horizonte multicomponencial.

A arqueologia na Serra do Cipó revela uma história indígena de longa duração, então se pensarmos bem, pode ser considerada um território originário, apesar de não termos populações aldeadas contemporaneamente. Esse aspecto é muito comum no Brasil todo onde as populações originárias do nosso país foram duramente massacradas.

O que restou da memória de ocupação indígena na Serra do Cipó são mais de cinquenta sítios arqueológicos — lapas e afloramentos quartzíticos pintados — que preservam narrativas de identidade, de relação com a paisagem e de interação com os encantados da floresta. Esses registros materializam a presença dos primeiros povos que habitaram o território que hoje chamamos de Serra do Cipó.

O Rio Parauninha, do tupi “peixe-preto” também guarda a memória em sua etimologia da presença desses primeiros habitantes do Espinhaço. Não tem como saber ao certo qual língua falavam. Geralmente os povos do interior falavam línguas do tronco Macro-Jê, porém “Parauninha” vem do tronco tupi, provavelmente, houve vários povos circulando no que hoje é o território conhecido como Serra do Cipó.

O que é importante entender é que o contexto ambiental, paisagístico, cultural do Cipó já foi visto e sentido por várias outras populações, expresso pelo arqueologia na serra do cipó. As cachoeiras incríveis caudalosas e abundantes já foram fonte de lazer e entretenimento para vários outros homens, mulheres e crianças que viram esta mesma paisagem do Cipó e se encantaram.

Recomendações importantes ao visitar a arqueologia na Serra do Cipó

Separamos aqui uma lista de boas práticas importantes que o turista deve saber ao visitar a arqueologia na Serra do Cipó:

É necessário sempre ir com um guia credenciado pelo município de Santana do Riacho!

Os guias tem toda a capacidade de levar você para a melhor experiência na arqueologia da Serra do Cipó. Caso você tenha algum problema de saúde mencione para seu guia.

No caso do Parque Arqueológico da Pedra do Sol, você pode agendar diretamente com Marina, a arqueóloga do Parque:

A Arqueologia na Serra do Cipó não deve ser “monetizada”

A arqueologia na Serra do Cipó está dentro da Rota Origens, como um dos pilares estruturantes da nova rota de Ecoaventura lançada recentemente, em uma parceria pioneira entre o Sebrae e prefeituras de Santana do Riacho e de Jaboticatubas. Inclusive, o Observatório Seichú, instituição irmã do Parque Pedra do Sol, integra um dos empreendimentos parceiros que se juntaram para oferecer experiências transformadoras para quem vem de fora.

É preciso afirmar que o potencial turístico a partir da arqueologia na Serra do Cipó propõe uma conexão consigo e com o entorno, este aspecto é inegável.

Mas temos que ter em mente que antes de só visitar a arqueologia na serra do cipó e “monetizar” com os sítios, transformá-los em produtos, é necessário pensar em estruturas de visitação segura e restauro das pinturas rupestres, porque apesar de serem atrativos turísticos, antes de mais nada, a arqueologia na Serra do Cipó é Patrimônio Cultural do Brasil. Por isso estão integrados em uma dinâmica muito mais sensível do que um “mero atrativo turístico”.

A Arqueologia da Serra do Cipó pede socorro!

De um total de 50 sítios conhecidos pelo menos 10 se encontram depredados, é um descaso histórico e falta de conscientização da população, além de negligência do poder público, portanto, fica a mensagem para você turista que deseja se “conectar”, saiba que esse tipo de turismo é muito sensível, portanto, pedimos respeito!

A Lapa da Sucupira é o maior expoente da arqueologia na Serra do Cipó. Até o momento, a Lapa não tem nenhuma infraestrutura para receber turistas. É importante fazer um piso elevado com deck de madeira para evitar acidentes com as pessoas interessadas em realizar a visitação deste sítio arqueológico magnífico.

Até ser possível fazer essa infraestrutura a visitação deve ser controlada e os proprietários, como estão muito bem informados, repassam a importância de preservar a arqueologia na serra do cipó para todos os visitantes.

Paisagem originária da arqueologia na Serra do Cipó

A Serra do Cipó conhecida com seu slogan turístico como o “Jardim do Brasil” conta com pelo menos 50 sítios arqueológicos, destes, muito mais da metade foram descobertos por Gustavo Villa, historiador, pesquisador e fundador do Parque Arqueológico da Pedra do Sol.

Parte desse patrimônio natural foi salvaguardada pela criação do Parque Nacional da Serra do Cipó (PARNA Cipó), instituído em 25 de setembro de 1984, e, posteriormente, pela Área de Proteção Ambiental Morro da Pedreira (APA Morro da Pedreira).

A APA Morro da Pedreira foi a primeira unidade de conservação criada no contexto pós-redemocratização do país, em 1990, é ela que preserva grande parte da arqueologia na Serra do Cipó — concebida como um cinturão protetor destinado a preservar os campos de altitude e ecossistemas singulares adjacentes ao PARNA Cipó (PIVOTO, 2019).

A paisagem da arqueologia na Serra do Cipó, com aproximadamente 50 sítios já localizados, encontra ressonância na notável abundância de águas da região, marcada por rios limpos, perenes e com trechos navegáveis, sobretudo nas áreas de vale.

Destacam-se, nesse contexto, os rios Cipó e Parauninha, cujos cursos encachoeirados contribuem para a beleza cênica singular das mais de duzentas cachoeiras na região do Parque Nacional da Serra do Cipó e destacam a paisagem de alto potencial para a arqueologia da Serra do Cipó e de suas adjacências, sobretudo nos campos de altitude da Área de Preservação Ambiental (APA) Morro da Pedreira, onde os sítios arqueológicos do Parque Pedra do Sol se encontram.

Esta região é marcada pela expressiva concentração de sítios vinculados a ocupações humanas de longa duração. Nesse cenário, integra-se ao contexto arqueológico mais antigo associado à população de Luzia e ao conjunto de Lagoa Santa, inserindo-se, assim, no debate mais amplo sobre os processos de povoamento das Américas (Nunes, 2010; Neves et al., 2014; e vários outros autores)

Assim, a arqueologia na Serra do Cipó pode ser compreendida como uma extensão do complexo arqueológico do Carste de Lagoa Santa, uma vez que ambas compartilham a mesma origem geológica, resultante do processo que conformou a Serra do Espinhaço.

Nesse contexto, as formações calcárias do planalto cárstico de Lagoa Santa situam-se na borda oeste da cadeia do Espinhaço, em continuidade com a Serra do Cipó, marcada pelos afloramentos quartzíticos do Supergrupo Espinhaço, geologia marcante das áreas de altitude, onde se localiza o Parque Arqueológico da Pedra do Sol.

A proximidade geográfica favoreceu a dispersão das populações entre estas duas regiões.  As análises bioantropológicas do sítio arqueológico Grande Abrigo de Santana do Riacho, estudado pela equipe da missão franco-brasileira entre os anos de 1976 e 1979, indicam que os habitantes mais antigos da Serra do Cipó apresentavam morfologia craniana semelhante à dos primeiros grupos humanos do Carste de Lagoa Santa, associados à chamada População de Luzia (NEVES et al., 2003). 

Infelizmente o Grande Abrigo de Santana do Riacho não é visitável porque está localizado dentro das propriedades da Usina (Pacífico Mascarenhas) e eles não recebem turistas.

No Grande Abrigo de Santana do Riacho, foram localizadas as evidências mais antigas da arqueologia na Serra do Cipó, que indicam a presença humana na na região há pelo menos 12.000 anos, correspondente ao Holoceno Inicial. As escavações revelaram 48 esqueletos humanos distribuídos em 28 sepultamentos múltiplos, com maior concentração de deposições e cronologias situadas entre 8.500 e 9.000 anos antes do presente (Mendonça de Souza, 1992).

Destaca-se o Sepultamento XXV, datado em 11.960 anos BP (Prous, 1993), constituindo um dos registros funerários mais antigos conhecidos pela arqueologia na Serra do Cipó.

Lamentavelmente, todo o acervo exumado pela arqueologia na Serra do Cipó foi perdido no incêndio ocorrido em 2020, que destruiu parte da reserva técnica do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG, ocasionando a perda irreparável de um dos conjuntos arqueológicos mais relevantes do país.

A partir dos resultados das escavações do Grande Abrigo, foi possível compreender aspectos significativos da cultura material das populações mais antigas da Serra do Cipó, e indícios muito interessantes sobre aspectos pouco discutidos até hoje na bibliografia do contexto caçador-coletor da Serra do Cipó.

Neste sítio, foram identificados três fragmentos têxteis excepcionalmente preservados pela arqueologia da Serra do Cipó, datados entre 8.000 e 10.000 anos antes do presente, constituindo alguns dos registros mais antigos de manufatura de fibras vegetais nas Américas, seguido somente dos vestígios têxteis localizados na Caverna peruana do Guitarrero, de 12.000 antes do presente (JOLIE et al, 2011).

Outro achado de grande relevância é um artefato em osso, que foi interpretado, nos anos 1990, como o anzol mais antigo já registrado no continente americano (PROUS, 1993), proveniente de uma camada datada de aproximadamente 8.000 anos e associado ao Sepultamento XVIII.

É importante destacar que a interpretação funcional desse artefato como anzól se torna mais consistente quando analisada à luz do contexto iconográfico regional. Em um dos sítios rupestres localizados nas áreas de altitude da Serra do Cipó, há painéis que retratam cenas de pesca, o que reforça a hipótese de que grupos caçadores-coletores locais já praticavam atividades relacionadas a essa tecnologia.

Assim, destaca-se o painel do sítio Lapa da Dança do Sol, identificado pelas pesquisas do Parque, no qual se observa uma representação explícita de atividade pesqueira, pode ser visto a seguir:

A missão franco-brasileira identificou possíveis vestígios de cultivo vegetal na região, destacando-se grãos de milho (Zea mays L.) e sementes de cabaça como os únicos indícios diretos de agricultura. Um achado relevante foi a presença de grãos de milho em uma camada datada de cerca de 4.500 anos AP, considerada surpreendentemente antiga para o Brasil Central (Resende & Prous, 1991).

No entanto, sua posição em sedimento revolvido, possivelmente por ação de animais, levantou dúvidas sobre o contexto original. Uma nova escavação em 1979 buscou esclarecer a estratigrafia, mas não confirmou a antiguidade proposta. Em contexto arqueológico referente a grãos de milho e agricultura incipiente temos outro exemplos no Brasil Central, como a Gruta do Gentio II, Boqueirão Soberbo I e Lapa do Barreirinho I, sendo o Grande Abrigo do Santana do Riacho um expoente desse tipo de tecnologia no Brasil Central.

O Grande Abrigo de Santana do Riacho apresenta um conjunto excepcional da arqueologia na serra do cipó, evidenciando as primeiras ocupações humanas da região, abrangendo aspectos tecnológicos, simbólicos e funerários.

Entre os achados mais relevantes estão fragmentos de barro queimado datados entre 4.000 e 6.000 anos, que sugerem práticas experimentais de modelagem de argila em um contexto pré-cerâmico. A ausência natural de argila nas imediações indica que o material foi transportado intencionalmente, possivelmente para fins de aprendizado técnico.

Estes indícios apontam para um panorama interessante da arqueologia na serra do Cipó: o Grande Abrigo de Santana do Riacho pode ter sido um foco difusor de inícios de tecnologias, como a de cerâmica e a da agricultura, em um contexto caçador-coletor.

O sítio abriga também um dos maiores conjuntos rupestres do Espinhaço Meridional, com cerca de 2.500 figuras associadas principalmente à Tradição Planalto, datadas diretamente por um fragmento que se desplaquetou e atingiu níveis entre 4.340 e 2.000 anos AP.

Há indícios que apontam para que a prática da arte rupestre na arqueologia na Serra do Cipó, no entanto, possa ter iniciado muito antes, possivelmente próximas a 12.000 anos, de acordo com uma fogueira localizada em contextos mais antigos, que continha pigmentos.

As representações rupestres no Grande Abrigo de Santana do Riacho incluem zoomorfos e antropomorfos, com predominância de pigmentos vermelhos e amarelos, além de estilos variados, como o da Tradição Agreste, que pemite supor um grande trânsito de populações humanas no Cipó ao longo de vários milênios.

O contexto funerário revela complexos rituais simbólicos realizados por grupos caçadores-coletores na arqueologia na serra do cipó entre 12.000 e 8.000 anos AP, com corpos depositados sobre lajes de quartzito, em posição fletida e acompanhados de pigmentos, sementes, colares e pequenos artefatos. Esses gestos indicam uma cosmologia profundamente ligada à natureza, à fertilidade e à continuidade da vida, expressando vínculos afetivos e espirituais entre vivos e mortos.

Apesar do extenso registro material, não há evidências de ocupação permanente na arqueologia na Serra do Cipó. A ausência de estruturas domésticas e o caráter simbólico dos achados reforçam a interpretação de que o Grande Abrigo tenha funcionado sobretudo como espaço ritual e de sepultamento, e não como local habitacional (PROUS, 1991).

Essa constatação suscita novas questões sobre a mobilidade desses grupos e os motivos que os levavam a retornar à Serra para rituais funerários, tema que será aprofundado nas pesquisas conduzidas pelo Parque Arqueológico da Pedra do Sol sobre o uso da paisagem e as lógicas de assentamento humano na região.

O que podemos afirmar até o momento é que os povos originários da Serra do Cipó não se guiavam aleatoriamente, somente em busca de recursos de caça e coleta. Eles tinham um pensamento sistêmico e requintado de observação celeste, e possivelmente o Sítio Arqueológico da Pedra do Sol foi um lugar de marcação do horizonte muito importante, guiando deslocamento sazonais e práticas de mobilidade no alto da Serra do Cipó.

Panorama dos sítios arqueológicos visitáveis na arqueologia da Serra do Cipó


Apesar de possuir 50 sítios arqueológicos conhecidos pela arqueologia na Serra do Cipó não são todos que são visitáveis, sobretudo por não possuir infraestrutura adequada ou por estarem em processo de intemperismo e as pinturas estarem ao longo de vários anos se deteriorando.

Os sítios arqueológicos em suporte rochoso de quartzito se deterioram mais facilmente se comparado com o calcário. A maioria dos sítios do Cipó encontram-se em altitude em suportes quartzitos, pelo menos, até onde nossa equipe conseguiu pesquisar. É possível que tenham muitos outros que não foram descobertos.

Assim, vamos apresentar a seguir os principais sítios que podem ser visitados na arqueologia na Serra do Cipó:

Valores:

R$ 150,00 – Turistas

R$ 90,00 – Pesquisadores e estudantes de universidades

R$ 65,00 – Crianças e juventude fora da Serra do Cipó, até 18 anos.

R$ 60 – Idosos

R$ – 55,00 – Moradores da Serra do Cipó e região

R$ – 0,00 – Crianças e juventude da Serra do Cipó

O Passeio no Parque Pedra do Sol possui trilha ao Rio Parauninha e você pode chegar cedo e aproveitar o dia todo em meio aos cerrados de altitude, além de apoiar uma iniciativa pioneira de pesquisa e preservação ambiental da arqueologia na Serra do Cipó!

Para agendar sua visita à Pedra do Sol é necessário transferir 50% do valor para o pix: 56.222.059/0001-89 Instituição Cora em nome do Parque Pedra do Sol.

Para os moradores é necessário trazer um comprovante de residência.

Valores:

R$ 250,00 por pessoa – Com passeio de barco e visita as pinturas rupestres e mediação em relação aos campos rupestres durante uma manhã inteira (4/5h)

R$ 400 por pessoa – Passeio de barco e visita ao Abrigo Vau da Lagoa durante uma manhã inteira depois seguir até a Gruta do Seichú e Pedra do Sol no Parque Pedra do Sol (durante o dia todo)

Valores:

R$ 150,00 – Turistas

R$ 90,00 – Pesquisadores e estudantes de universidades

R$ 60 – Idosos

R$ 65,00 – Crianças e juventude fora da Serra do Cipó, até 18 anos.

R$ – 55,00 – Moradores da Serra do Cipó e região

R$ – 0,00 – Crianças e juventude da Serra do Cipó

Para os moradores é necessário trazer um comprovante de residência.

Valores:

R$ 300,00 – até duas pessoas (passeio de meio dia a um dia inteiro)

Os valores contemplam a diária do guia, contrato de seguro contra acidentes. Desconto de 10% caso você utilize seu transporte próprio, caso tenha +1 pessoa adicione R$ 70,00 a mais no valor. O agendamento deve ser antecipado.

Valores:

R$ 400,00 – até duas pessoas (passeio de um dia inteiro)

Os valores contemplam a diária do guia e contrato de seguro contra acidentes. Desconto de 10% caso você utilize seu próprio transporte até a entrada do PARNA Cipó. Caso haja mais uma pessoa no grupo adicione 70 reais por pessoa.

Valores:

R$ 250,00 – por pessoa

Os valores contemplam a diária do guia, o passeio de canoa, e contrato de seguro contra acidentes, coletes salva vidas e bolsa estanque

Referências

JOLIE, Edward Anthony; LYNCH, Thomas Frank; GEIB, Phil Richard; ADOVASIO, James M. Cordage, textiles, and the Late Pleistocene peopling of the Andes. Current Anthropology, Chicago: The University of Chicago Press, v. 52, n. 2, p. 285-296, abr. 2011. DOI: https://doi.org/10.1086/659336 Acesso em: 14 out. 2025.

NEVES, Walter Alves; HUBBE, Mark; STRAUSS, André Menezes; BERNARDO, Danilo Vicensotto. Morfologia craniana dos remanescentes ósseos humanos da Lapa do Santo, Lagoa Santa, Minas Gerais, Brasil: implicações para o povoamento das Américas. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas, Belém, v. 9, n. 3, p. 715–740, set./dez. 2014. DOI: https://doi.org/10.1590/1981-81222014000300012. Acesso em: 14 out. 2025.

NUNES, Tatiana Leite. Afinidades biológicas extra-continentais dos paleoíndios tardios de Lagoa Santa e suas implicações para a questão do povoamento do Novo Mundo: uma abordagem odontométrica. 2010. 235 f. Dissertação (Mestrado em Ciências – área de Genética e Biologia Evolutiva) – Instituto de Biociências, Departamento de Genética e Biologia Evolutiva, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2010.

PROUS, André. Artefatos de cerâmica, argila, osso, chifre, dente, vegetal e concha. Arquivos do Museu de História Natural da UFMG, Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, v. 12, p. 171-178, 1991.

PROUS, André. As estruturas aparentes: os sepultamentos do Grande Abrigo de Santana do Riacho. Arquivos do Museu de História Natural da UFMG, Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, v. 13/14, p. 21-78, 1992/1993.

PROUS, André; BAETA, Alenice Motta. Elementos de cronologia, descrição de atributos e tipologia. Arquivos do Museu de História Natural da UFMG, Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, v. 13/14, p. 241–291, 1992/1993.

Comentários

Uma resposta para “Arqueologia na Serra do Cipó”

  1. […] e os principais sítios que podem ser conhecidos na região da Serra do Cipó. Clique aqui e acesse esse conteúdo […]

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